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Cuidado: excesso de ácido fólico pode causar autismo

A verdade sobre o ácido fólico e o autismo O ácido fólico é uma vitamina essencial para o organismo, principalmente durante a gestação, pois ajuda na formação do tubo neural do feto.
Por Saúde em dia
09/08/2026 15:09 - Atualizado há 2 horas




A verdade sobre o ácido fólico e o autismo

O ácido fólico é uma vitamina essencial para o organismo, principalmente durante a gestação, pois ajuda na formação do tubo neural do feto. No entanto, estudos recentes têm levantado preocupações sobre o excesso de ácido fólico e seu possível impacto no desenvolvimento do autismo. O ácido fólico é amplamente recomendado para prevenir defeitos do tubo neural em bebês, mas seu uso em doses elevadas tem sido associado a um aumento do risco de autismo em crianças. É fundamental compreender os riscos e benefícios do ácido fólico para tomar decisões informadas sobre sua suplementação.

Entenda os riscos do excesso de ácido fólico

O ácido fólico, quando consumido em doses elevadas, pode interferir no processo de metilação do DNA, o que tem sido associado a um maior risco de autismo em crianças. Além disso, o excesso de ácido fólico pode mascarar deficiências de vitamina B12, que também estão relacionadas ao desenvolvimento do autismo. Portanto, é importante ter cautela ao utilizar suplementos de ácido fólico e sempre seguir as orientações do profissional de saúde. O manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais DSM-5 classifica o autismo como um transtorno do espectro autista (TEA), que pode apresentar sintomas como dificuldades na comunicação social, comportamentos repetitivos e restritos, além de alterações comportamentais.

Cuidado: doses altas podem desencadear autismo

Estudos têm mostrado que o excesso de ácido fólico durante a gravidez pode aumentar o risco de desenvolvimento de autismo nas crianças. O TEA é um distúrbio complexo que afeta a capacidade de interação social e comunicação das pessoas com autismo. Elas podem apresentar dificuldades em manter contato visual, entender e expressar emoções, e participar de atividades domésticas e sociais. Portanto, é fundamental equilibrar a ingestão de ácido fólico para garantir a saúde da mãe e do bebê, sem comprometer o desenvolvimento neurológico. Uma abordagem equilibrada e personalizada, juntamente com a orientação de profissionais de saúde, pode ajudar a garantir a qualidade de vida e o bem-estar das crianças em risco de autismo.

Em conclusão, é crucial estar ciente dos possíveis riscos associados ao excesso de ácido fólico e seu impacto no desenvolvimento do autismo. Embora a suplementação de ácido fólico seja recomendada em certos casos, é essencial avaliar individualmente a necessidade de doses elevadas e considerar os potenciais efeitos adversos. Priorizar a saúde e o desenvolvimento saudável das crianças requer um equilíbrio entre os benefícios e os riscos de qualquer intervenção. Portanto, ao lidar com questões relacionadas ao ácido fólico e ao autismo, é fundamental buscar orientação profissional e tomar decisões informadas para garantir o melhor resultado para todos os envolvidos.


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