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Inovação em fernandópolis: projeto ‘expressarte’ se consolida com novas contratações focadas no desenvolvimento de crianças autistas

IntroduçãoUma nova abordagem em prol do desenvolvimento de crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) está emergindo em Fernandópolis, graças à consolidação do projeto 'Expressarte'.
Por Saúde em dia
05/12/2025 07:22 - Atualizado há 2 horas




Introdução

Uma nova abordagem em prol do desenvolvimento de crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) está emergindo em Fernandópolis, graças à consolidação do projeto ‘Expressarte’. A iniciativa, que combina arte, saúde e inclusão, acaba de fechar sua equipe com a inclusão de dois novos membros: a artista plástica Rachel Ruvieri Silveira e o estudante de Psicologia Richard Gregorini.

Com a incorporação dessas duas figuras, o projeto ganha um novo impulso, ampliando as possibilidades de desenvolvimento humano para crianças neurodivergentes na localidade. Este artigo examinará o que cada um desses novos membros traz para a equipe e como suas experiências e habilidades podem enriquecer o projeto ‘Expressarte’.

Rachel Ruvieri Silveira: Arte e Terapia

Rachel Ruvieri Silveira é uma artista plástica formada e pós-graduada em Arteterapia. Sua abordagem é centrada na utilização da expressão artística como uma ferramenta para o desenvolvimento humano. Trabalhando neste campo, Rachel adquiriu uma experiência significativa com o método de Análise do Comportamento Aplicada (ABA), uma técnica usada especialmente para acompanhar pessoas diagnosticadas com TEA.

Para Rachel, a arte é uma poderosa ferramenta de exploração e crescimento pessoal. Ela acredita que cores, texturas, movimentos e expressões podem ser usados como mecanismos para facilitar o processo de autoconhecimento e desenvolvimento. Na sua opinião, a arte tem um potencial investigativo imenso, que pode ser explorado tanto individualmente quanto em atividades coletivas, independentemente da idade dos participantes.

Oficinas de arte

Uma das maneiras pelas quais Rachel pretende aplicar sua abordagem no projeto ‘Expressarte’ é através da realização de oficinas de arte. O objetivo dessas oficinas é auxiliar os participantes a estruturar melhor sua rotina, enfrentar desafios e potencializar suas habilidades. Ao trabalhar com a expressão artística, Rachel busca abrir uma janela para que os participantes explorem e descubram mais sobre si mesmos.

Richard Gregorini: Música e Psicologia

O segundo membro que se junta à equipe é Richard Gregorini, um estudante de Psicologia com uma paixão pela música. Como músico e assistente de musicoterapeuta, Richard traz para o projeto uma perspectiva única sobre o papel da música no desenvolvimento cognitivo e emocional dos participantes.

Em sua experiência anterior no Centro de Atendimento Multidisciplinar Especializado (CEAME), Richard trabalhou por dois anos com crianças e adolescentes, ajudando-os a desenvolver suas habilidades cognitivas e emocionais por meio da música. Ele acredita firmemente que a música pode ser uma aliada poderosa no processo de desenvolvimento, pois atua diretamente sobre aspectos como cognição, expressão e socialização.

A música como ferramenta terapêutica

Richard vê sua participação no projeto ‘Expressarte’ como uma oportunidade para estimular o protagonismo das crianças e adolescentes envolvidos. Ele planeja usar a música como uma ferramenta terapêutica, ajudando os participantes a expressar suas emoções, melhorar suas habilidades sociais e desenvolver sua cognição. Para ele, essa é uma experiência que trará grande aprendizado e enriquecerá sua trajetória profissional.

O ‘Expressarte’ e a Inclusão

Com a chegada de Rachel e Richard, o projeto ‘Expressarte’ se fortalece como uma iniciativa que promove a inclusão e o desenvolvimento de crianças neurodivergentes. Ao unir arte, saúde e inclusão, o projeto busca proporcionar um espaço acolhedor e estimulante para crianças diagnosticadas com TEA.

Além de fornecer terapias baseadas em arte e música, o projeto também busca promover a socialização, ajudando as crianças a melhorar suas habilidades sociais e a se sentir mais integradas à comunidade. O ‘Expressarte’ é um exemplo de como a arte e a música podem ser usadas para criar uma abordagem terapêutica holística para o desenvolvimento de crianças com TEA.

Baseado em informações de fontes jornalísticas sobre autismo.


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